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sexta-feira, 14 de março de 2014

Hoje, ao descer aquelas escadas, lembrei de você. Engraçado, faço isso todo dia, e logo hoje, depois de tanto tempo, lembrei que costumava ver seu sorriso ao fim da descida. E a reunião que eu estava prestes a interromper era justamente a que você participava.
E então você me pergunta: o que você sentiu? E eu te digo que não senti nada, exceto nostalgia. Saudade, talvez, de pertencer a alguém. De ter alguém com quem contar. De esperar por uma mensagem. De andar de mãos dadas.
Mas saudade de você....
Talvez das nossas conversas. E apenas isso.
Você, finalmente, se tornou dispensável.

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Então é isso, eu consegui.
Reuni toda a coragem que me restava, guardei meus sentimentos no bolso, e te chamei para uma conversa. Ou quase isso.
Olhei nos teus olhos uma última vez, controlei cada fibra do meu corpo que desejava te abraçar e beijar quando você sorriu, e te disse as únicas palavras que não eram verdadeiras.
"Estamos bem. Eu e você. Já que nos veremos com uma certa frequência, vamos ficar numa boa, ok? Eu estou bem com isso."
E então eu sorri. E você fez o mesmo.
Você não contestou, não concordou tampouco discordou. Apenas sorriu.
E foi assim que colocamos um ponto final nessa história, nesse amor de novembro.
Com frases não ditas e desejos contidos.
O que restou daquele doce novembro foi apenas um vazio.

domingo, 29 de dezembro de 2013

Será que você pode, por favor, me deixar em paz por cinco minutos? Será que você pode parar de frequentar meus pensamentos e sonhos?
Sonhei com você pela enésima vez esse mês. Quem dera tivesse sido, de fato, um sonho. Há tempos não tenho um sonho ruim como esse. Acordei com um aperto no peito, tentando tirar essas imagens dolorosas da minha mente. E tentando a todo custo não acreditar que elas podem ser reais.
Eu queria poder falar contigo sobre isso e todos meus temores, mas mesmo em um mundo onde a tecnologia nos permite conversar com pessoas em todos os cantos do planeta, eu sou obrigada a engolir esses sentimentos e aguardar até a sua volta.
Eu quero (muito) te apagar da minha memória e coração até lá. Eu preciso disso. Preciso dessa paz.
(...)
Basta eu me sentir feliz por meio segundo que eu já penso que tudo pode se resolver de uma maneira positiva quando você voltar. Que tudo isso pode ter uma desculpa plausível. Que nós ficaremos juntos novamente, dessa vez pra valer.

Claro.

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

"... eu sou carinhoso e romântico quando tenho alguém com quem ser."

Primeiro, obrigada, fez com que eu me sentisse um nada, afinal, estou contigo para ser esse alguém, não?
Depois, analisando pela enésima vez tudo o que aconteceu, é, o problema sou eu, não você. Você sabe como deve tratar uma garota, você é um amor quando quer. E esse é o x da questão: quando quer. Eu provei desse carinho, foi por ele que me apaixonei. Porém, alguma coisa mudou, você mudou. E eu, tola, achei que o problema pudesse ser você. Mas não é. Sou eu. Sou eu quem está com você.
Você vem me tratando assim porque é comigo que você está, mas não é comigo que você gostaria de estar.
E eu só me pergunto por que você não tem coragem de olhar nos meus olhos e dizer isso.

domingo, 22 de dezembro de 2013

Quanto leva para a realidade te atingir? Pra você sentir que tudo acabou? Quanto tempo para aquela sensação ruim no estômago te fazer chorar?
Foi triste perceber que não haveria mais eu e você? Foi. Mas a tristeza passou com a mesma intensidade que veio. Não doeu, sequer fez chorar. Na verdade, até pareceu não ser importante.
Até agora.
Até lembrar daquela foto, daquele dia, do jeito como você falava e sorria. Só então tudo se encaixou.
Não há mais conversas. Não haverá mais sorrisos, tampouco você me olhando daquele jeito.
E, estranho ou não, eu sinto uma lágrima percorrer meu rosto da mesma forma que seus dedos costumavam fazer.

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Eu te odeio. 
Odeio quando anoitece e eu não falo contigo. Odeio quando você demora a dar notícias. Odeio mais ainda quando você some e depois me chama de linda. Odeio como sou sempre eu a ferir o orgulho e deixar tudo bem. Odeio a forma como você me olha e sorri. Eu odeio esse sentimento que permanece aqui dentro e eu não consigo expulsar. Odeio quando você diz que está tudo bem, quando eu sei que não está. Eu odeio o jeito como você mudou e insiste em dizer que não. 
Mas eu odeio mais ainda o fato de não conseguir te odiar por inteiro, nem por algumas horas.
Estar com você é como jogar na loteria, é um tiro no escuro. Eu não faço ideia do que se passa na tua cabeça, do que você quer, o que você pensa de tudo isso. 
E ainda assim eu estou aqui.
Mas não pra sempre.

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Por esses dias eu escrevi que estava procurando um sentido para a minha vida. Eu não estava. Já tenho um, sei o que quero e como conseguir, e sei também que não será fácil.
O que eu estava sentindo era um vazio. Achei que precisava provar algo. Meio que descobrir se eu possuo o tal do livre arbítrio. Me arriscar e quebrar a cara. Aprender com os meus erros. Eu sei o que é certo e o que é errado, mas sei porque alguém me contou. Eu queria viver isso na minha pele. E pra quê? Só para provar que eu posso fazer o que eu quiser, como e quando quiser.
E agora que eu confirmei o que já sabia, aquele vazio voltou. Eu me sinto incapaz de fazer o “certo”, o que eu faria em uma situação dessas.
“Faça o que eu digo, não o que eu faço”
Minha vontade é persistir no erro, continuar com as coisas como estão. E só por um motivo: ver se esse vazio vai embora. Porém, se ele persistiu em ficar, provavelmente não me deixará se eu continuar assim.

Se eu pudesse voltar no tempo......
..... Eu não mudaria nada.






Ainda bem que eu sou uma pessoa resolvida e racional.
Graças a isso, sei exatamente o que fazer. E farei.

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

     É engraçado descobrir que você levou meses para perceber que alguém tentava se aproximar.
   Engraçado como um evento, no qual você estava trabalhando feito uma louca bem arrumada e diferente daquela menina de tênis e moletom G, foi o responsável por despertar o primeiro “caramba, como ela é bonita”.
   Engraçado como, depois disso, houveram algumas conversas, que para você não tiveram muita importância, afinal, pessoas legais conversam com outras pessoas, e você sabia que parte daquele grupo era extremamente agradável e te mantinha presa por horas em todo tipo de conversa. Logo, era esse o motivo pelo qual ele conversava com você.
    E claro que, insistir em te levar para tomar aquele sorvete não significou nada de mais. Pelo menos, não para você. Até mesmo aquela mensagem, enviada depois do primeiro almoço, não te levou muito longe.
    Engraçado. 
    Pois depois de algum tempo, algumas idas e vindas, você descobre que tudo isso tinha um motivo, objetivo, você só não havia percebido. (novidade).


É engraçado, também, o sorriso que você tenta disfarçar, mas que insiste em permanecer no seu rosto quando você descobre esse tipo de coisa.

terça-feira, 19 de novembro de 2013

- Não, eu não posso esperar até a chuva passar! Me deixa falar e depois você pode ir para onde quiser!
Eu não sei como isso aconteceu, quando começou, tampouco porquê. Eu sou danificada, sentimentalmente falando. Tenho problemas com relacionamentos, assusto todos que se aproximam, alguns antes mesmo de se aproximarem. E estou bem com isso. Mas você... você chegou de mansinho, sem nada além de um inocente convite para um sorvete como recompensa por eu ter te ajudado. E eu aceitei, afinal, que mal haveria nisso? Você estava sendo gentil, nada de mais.
Eu me encantei com o modo como você me tratou, como falou comigo. Mas depois passou, foi só um simples acaso. Ou não. Uns dias depois almoçamos juntos, você foi, novamente, querido, atencioso e divertido, porém eu continuei achando que não era nada de mais. E aí você disse que tinha gostado muito do almoço e da minha companhia. E nós almoçamos outra vez. E alguma coisa mudou. Você não era apenas gentil, havia mais do que aquilo, tenho certeza. E eu me deixei impressionar, me levar, afinal, não ia dar em nada.
O problema é que surgiu uma vontade louca de estar com você a maior parte do tempo possível. Logo, marcamos outro almoço. E você fez o que sempre faz, e eu não reparava em nada além do seu jeito de olhar, sorrir e falar. No dia seguinte conversamos durante um bom tempo, claramente avaliando o que consideramos importante em um namorado/a.
Mais uns dias e outro almoço. E só então a realidade me atingiu. Você é um amor, querido, gentil, divertido, atencioso porque esse é quem você é, “you're just too good to be true, can't take my eyes off of you”. E isso é tudo. Você veio como uma pessoa aleatória querendo ser gentil, e eu não percebi onde isso poderia ME levar. Eu não tive como te repelir ou me prevenir, você não representava risco algum! Eu sinto muito, mesmo. Eu sei que isso não passa de uma tremenda confusão unilateral, se passando apenas na minha cabeça oca. Só que agora não posso fazer mais nada. E é por isso que eu precisava falar contigo.
Eu adoro tua companhia, mas não posso continuar vivendo de migalhas. Eu deixei sentimentos nascerem e crescerem por você. Eu queria controlá-los, no entanto, não posso. Sinto muito, mesmo. É isso que eu estou sentindo, é por isso que nossas últimas conversas tem sido confusas. Eu não posso mudar o que aconteceu, e nem sei por que deixei isso acontecer. Como te disse, eu sou danificada, deixei o “guri gentil e atencioso” chegar perto demais, quando ele não queria nada além de ser gentil e atencioso. Desculpa.
- Era isso que estava te deixando tão inquieta?
- Uhum.
- Vem cá...
Eu sinto o mesmo.”

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Eu posso conversar sobre isso com todos os meus amigos, conhecidos e até desconhecidos. Mas a única pessoa que pode me dar uma resposta, uma posição, é você. E é justamente com você que eu não consigo conversar.

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

... E tudo que eu tenho são lembranças, desejos, sonhos.


Trago a sua voz na minha cabeça. Pela primeira vez, em muito tempo, não é uma música, um filme ou livro. É a sua voz. Seu jeito de falar me leva e desperta de devaneios. Fecho os olhos e vejo o seu sorriso (o que é curioso, já que não é nada de mais). Me desligo do mundo e vejo uma série de cenas, momentos que passamos juntos. E, mais uma vez, seu sorriso, voz e olhar inquisitivo me perseguem. Sinto como se precisasse falar com você o tempo todo. Um absurdo completo. O que antes era um meio sorriso, é agora um sorriso de orelha a orelha. E eu sei onde isso vai dar. Prevejo uma queda e tanto. E estou por conta própria.

Nothing’s fine, I’m torn, I’m all out of faith, this is how I feel.


Eu poderia... Eu vou... Eu gostaria... Eu quero... Eu....










Me apaixono por você.

sábado, 9 de novembro de 2013

Dois amigos almoçam juntos, absortos em uma longa e divertida conversa, até Alice perceber que seu querido amigo não está com aquele aroma tão familiar.
- Hoje você não está com cheirinho de pizza.
- É que eu não passei perfume.
- Por quê?
- Ah, porque eu achei que não ia te ver – ele percebe o olhar inquisitivo de sua amiga e continua: - Não vou passar perfume pra ficar no meio de um monte de homem.
E então sorri.

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Há 10 minutos eu pensei que morreria de preocupação, com tantos problemas para resolver no estágio e nenhuma luz no fim do túnel.

Agora sinto como se meu coração tivesse sido apunhalado pelas costas e então arrancado. Como se eu não pudesse mais respirar. Sinto como se estivesse (de fato) morrendo.
E a minha pergunta é: por quê? Se isso aconteceu há tanto tempo, por que ainda causa essa sensação? Dois anos não foram o bastante para apagar tudo o que aconteceu?
Se eu penso que já os perdoei, por que sinto como se meu coração estivesse sendo trucidado?
Eu não me importo com o que vocês estão fazendo, como estão ou deixam de estar. Na verdade, até desejo que vocês sejam felizes.


Talvez eu sinta falta da sua amizade. Mas não consigo chamar a nossa antiga relação de amizade, não depois de tudo o que aconteceu. Você era minha melhor amiga.
Eu lembro de ter chorado (e muito) naquela sexta-feira. E agora percebo que meus olhos estão marejados.
Por quê?





Bip. 1 nova mensagem.
Uma mensagem. Um agrado, um carinho. Um meio sorriso.
Pudera ser você o eleito para tentar me consertar.